“FORA, TEMER” VIROU UMA GRANDE PIADA!

A julgar pela enorme rejeição ao presidente apontada pelas pesquisas e pelos comentários negativos contra ele nas redes sociais tanto por parte da direita quanto da esquerda – essa, então, mais enfática e se materializando em movimentos nas ruas -, esperava-se que as vias públicas de todo o país fossem tomadas por uma multidão durante os quatro dias de julgamento da cassação de Michel Temer, no TSE. Só que não. O que se viu foi um silêncio ensurdecedor.

O sumiço dos partidos de esquerda, dos movimentos sociais, das centrais sindicais e o silêncio de alguns cantores e artistas globais causaram um enorme espanto nos últimos dias de efervescência do debate político. No momento mais propício, que seria o ápice do movimento “Fora, Temer”, eles sumiram completamente das avenidas, ruas e praças. Vale lembrar que, há pouquíssimos dias, esse pessoal estava pedindo “Fora, Temer” e “Diretas Já” na Praia de Copacabana, no Rio, e no Largo da Batata, em São Paulo.

É óbvio que os brasileiros de variadas correntes políticas estão estupefatos com tudo que está acontecendo na política do país. Todavia, o silêncio dos que não se identificam ou se simpatizam com os pensamentos da esquerda, pode ser explicado como um misto de perplexidade e impotência diante dos tenebrosos fatos políticos dos dias atuais.

Já o silêncio das esquerdas, durante os quatro dias de julgamento de Temer no TSE, foi surreal. Mas sabemos que foi proposital, a estratégia era preservar Dilma e o PT. Afinal, o que estava sendo julgado era a chapa Dilma-Temer. Caso Temer fosse cassado, Dilma também teria seus direitos políticos cassados e a patética tese do “golpe” seria totalmente destruída.

Mas a desfaçatez desse pessoal é tão grande que, foi só terminar o julgamento, com a absolvição de Temer dada pelo voto minerva do ministro Gilmar Mendes, para que os blogs e militantes esquerdistas começassem imediatamente a criticar nas redes sociais o resultado e a posição do polêmico ministro. Ora, vale ressaltar que o escandaloso resultado já era esperado. O TSE já havia sinalizado na véspera que ia absolver Temer. No entanto, os blogs e militantes ficaram caladinhos. Não deram um pio sequer contra o que se supunha que ia acontecer.

O fato é que eles adoraram o resultado. Os ataques contra Gilmar Mendes não passam de um grande teatro. A absolvição de Temer foi comemoradíssima pelos esquerdistas, pois Dilma foi beneficiada com a não cassação do presidente.

Com isso, o movimento “Fora, Temer” virou uma grande piada. As esquerdas agora não têm mais moral para pedir a saída do presidente do poder, seja em que circunstância for. Pois tiveram uma grande oportunidade para mostrarem um compromisso verdadeiro com o país durante os quatro dias de julgamento no TSE, ou seja, lotar avenidas, ruas e praças para pedir a cassação de Temer. Mas preferiram se calar de forma surreal e covarde.

É por essa e outras que a política brasileira está terrivelmente desacreditada. O povo não sabe em quem acreditar. Há uma enorme crise de representatividade e liderança política no país.

A esperança de uma possível “salvação” está nas eleições de 2018. Quem sabe o povo não promova uma enorme faxina na política, dando um rotundo “NÃO” aos corruptos e aos hipócritas de plantão? Sonhar não custa nada! À conferir.

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A HERANÇA MALDITA DO “MARKETING DIABÓLICO” DE DILMA

Foto: Reprodução pronunciamento na TV – janeiro/2013

Em março de 2013, durante uma cerimônia de entrega de um conjunto habitacional em João Pessoa, na Paraíba, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) disse que poderia fazer o diabo na hora da eleição.

“Nós podemos disputar eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição. Agora, quando a gente está no exercício do mandato, nós temos que nos respeitar, porque fomos eleitos pelo voto direto do povo brasileiro”, disse.

Pois bem. Analisando a sua campanha eleitoral de reeleição em 2014 – em que negou veementemente que o país estivesse passando por uma grave crise econômica – e, ao saber agora que os brasileiros terão que pagar energia elétrica mais cara até 2025 por conta de seu populismo eleitoral (assista AQUI ao vídeo sobre a redução da tarifa elétrica em 2013), visando sua reeleição, de fato, é possível constatar que a ex-presidente petista fez mesmo o diabo para se reeleger.

Concordo que campanha eleitoral é guerra, e vence quem tiver as melhores armas. Mas daí fazer o diabo como a campanha de Dilma fez, já é demais. Não só mentiram exageradamente sobre a realidade econômica do país, como também intervieram no setor elétrico de forma irresponsável só para ganhar a eleição. E quem arca agora com as consequências da farra ilusória da conta de luz barata, em 2013, é o consumidor. E ainda tem a recessão com mais de 13 milhões de desempregados.

Isso é o que podemos chamar de herança maldita do “marketing diabólico” de Dilma!

Que o “marketing diabólico (falsa realidade)” de Dilma sirva de exemplo para os governantes atuais não repetirem o mesmo erro. Vale destacar que, quanto mais conectada com a realidade e clara for a comunicação política nos dias atuais, mais credibilidade os governantes terão junto ao eleitorado.

Até porque depois que os reinos da fantasia de Dilma e Pezão (ele também disse em sua campanha que a situação econômica do Rio estava muito bem) foram desmascarados vai ser difícil de os eleitores acreditarem daqui pra frente em qualquer peça do “marketing político diabólico”. Fica a dica!

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Capa de 22/02/2017

HUMBERTO COSTA ‘CAUSA’ NA INTERNET AO ESCOLHER A REVISTA VEJA PARA REPOSICIONAR SUA IMAGEM POLÍTICA

Senador Humberto Costa (PT) – Foto: Cristiano Mariz/VEJA

Odiada e taxada de golpista por petistas e esquerdistas em geral, mas ainda muito lida e merecedora de atenção por uma grande parcela da opinião pública, Humberto Costa sabia que sua entrevista à revista VEJA iria ‘causar’. E chamou mesmo a atenção!

Não só dos militantes petistas, que têm demonstrado suas indignações nas caixas de comentários dos blogs alinhados ao PT, como também dos leitores tradicionais da VEJA e outros que ficaram surpresos ao vê-lo nas páginas amarelas da última edição da mais famosa publicação da Editora Abril, fazendo uma autocrítica do Partido dos Trabalhadores.

À revista, Costa disse que chegou a hora de o PT admitir que se envolveu em corrupção, pedir desculpas à sociedade pelos erros que cometeu, abandonar o discurso de “denúncia do golpe” e apresentar propostas econômicas para tirar o país do atoleiro. “A autocrítica é necessária, essencial, mas não é suficiente”, afirma.

Na minha opinião, o senador Humberto Costa começou um processo de reposicionamento de sua imagem política.

De burro ele não tem nada. Sabe que o tal discurso de golpe não tem mais qualquer valia, que insistir neste papo patético e ultrapassado só vai afastá-lo do público mais conectado com a atual realidade política e econômica do país.

Fato é que, todo político visionário, sabe a hora de mudar de opinião quando a conjuntura pede.

Agora, se ele pretende mesmo fazer um reposicionamento radical em sua imagem, penso que terá que sair do PT. Até porque pelo que vi nos comentários dos militantes nos blogs petistas, o senador virou persona non grata após sua entrevista para a VEJA.

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TWITTER VAI TENTAR COIBIR O ÓDIO NA REDE SOCIAL

Que o ódio sempre esteve presente na humanidade, isso não é novidade para ninguém. Entretanto, é fato que as redes sociais escancararam os sentimentos mais primitivos da mente humana através do anonimato que elas propiciam aos internautas que gostam de agredir e discriminar outros, ou seja, de disseminar o ódio.

De acordo com O Globo, o Twitter vai adotar novas medidas para conter as mensagens de ódio na rede social.

A principal delas é que a equipe de segurança da companhia vai tentar identificar as pessoas que foram suspensas permanentemente da rede, mas que cismam em retornar com novas contas. Segundo o Twitter, o objetivo é tornar mais eficaz o banimento de uma das mais “prevalentes e danosas formas de comportamento”, de contas que são criadas especificamente para o assédio a uma determinada pessoa.

Além disso, a companhia promete trabalhar numa “busca segura”, que remove as publicações que possuam conteúdo potencialmente sensível dos resultados de buscas. Os tweets de contas bloqueadas e suspensas temporariamente também serão excluídos.

A empresa também trabalha em métodos para identificar respostas potencialmente abusivas e de “baixa qualidade”, que ficarão em segundo plano em relação ao conteúdo mais relevante.

Parabéns ao Twitter por essas medidas! As outras redes sociais também deveriam promover iniciativas parecidas.

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PT COLHE O ÓDIO QUE SUA COMUNICAÇÃO RAIVOSA SEMEIA

Lula discursando no velório de D. Marisa Letícia – Foto: Divulgação

São reprováveis os comentários nas redes sociais que festejaram o AVC e a morte de D. Marisa Letícia. Diria que repugnantes para um país de cultura cristã como o nosso. Penso que o respeito a qualquer ser humano no leito de morte deve estar acima de qualquer ideologia político-partidária.

No entanto, não deixa ser curioso ver os militantes, simpatizantes, artistas, colunistas, jornalistas, blogs e sites alinhados ao PT condenando e questionando o discurso de ódio contra o Partido dos Trabalhadores, Lula e outros nomes petistas.

Embora nada justifique os ataques virulentos contra D. Marisa e seus familiares nesses últimos dias, vale ressaltar que o PT e Lula são os principais responsáveis por essa cultura do ódio de caráter político instalada no país.

Vale lembrar que, após três tentativas fracassadas por causa de sua postura radical (1989, 1994 e 1998), Lula só conseguiu chegar ao poder em 2002 depois de ter adotado o lema “Lulinha paz e amor”.

E, ao chegar o poder, promoveu o arrogante discurso do “nós contra eles”.

É de conhecimento de todos que o PT sempre tratou seus adversários políticos como inimigos (destruindo reputações com ajuda de blogueiros alinhados ao partido). Mas foi na campanha presidencial de 2014, na reeleição de Dilma, que o partido extrapolou com uma virulência jamais vista numa campanha eleitoral.

O marqueteiro de Dilma, João Santana, hoje condenado junto com sua esposa em um dos processos da Lava Jato (veja AQUI), maquiavelicamente, não poupou esforços para atacar ferozmente os adversários da ex-presidente petista, principalmente Marina Silva (Rede) e Aécio Neves (PSDB).

Com isso, os ânimos entre militantes, políticos e eleitores se acirraram de tal forma que, mesmo após o pleito, as feridas dos embates eleitorais não se cicatrizaram. E com a economia em frangalhos e as roubalheiras da Petrobras escancaradas pela Operação Lava Jato, a polarização política se radicalizou ainda mais até culminar no impeachment de Dilma.

Embora os ânimos não estejam mais tão acirrados como nos tempos das eleições de 2014 e do processo de impeachment de Dilma, fato é que as feridas continuam abertas. E se depender de Lula, a radicalização do debate político vai continuar. Veja o que ele disse no velório de sua esposa:

“Na verdade, Marisa morreu triste. Porque a canalhice que fizeram com ela, e a imbecilidade e a maldade que fizeram com ela, eu vou dedicar [Lula não encerrou a frase]. Eu tenho 71 anos, não sei quando Deus me levará, acho que vou viver muito, porque eu quero provar que os fascínoras que levantaram leviandade com a Marisa tenham, um dia, a humildade de pedir desculpas a ela. Se alguém tem medo de ser preso, este que está aqui, enterrando sua mulher hoje, não tem. Não tenho que provar que sou inocente. Eles que precisam dizer que as mentiras que estão contando são verdadeiras. Então, Marisa, descanse em paz, porque esse Lulinha paz e amor vai continuar brigando muito por sua honra”, discursou como se estivesse em cima de um palanque eleitoral.

Muitos estão estupefatos com esse comportamento do Lula, de ele ter usado o velório da mulher para fazer comício político e ter falado de forma tão agressiva contra a Justiça do país.

Não quero aqui defender nenhum partido, pois não sou militante partidário. O embate político faz parte do jogo democrático. No entanto, é fato que o PT e Lula são os principais responsáveis pela promoção e a continuação dessa cultura de ódio no atual cenário político brasileiro.

Portanto, esses que estão questionando a cultura do ódio político que tem sido destilado contra o PT deveriam prestar mais atenção nos sinais que eles próprios estão transmitindo por meio de uma comunicação raivosa.

Deveriam observar melhor o que diz um famoso provérbio chinês: “Podemos escolher o que plantar, mas somos obrigados a colher o que semeamos.”

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LULA QUER AJUDAR O “GOLPISTA” TEMER A GOVERNAR O BRASIL

Lula recebe visita de condolências do presidente Temer e aproveita para falar de política – Foto: Beto Barata / Divulgação Presidência

Que o patético e fajuto discurso do “Golpe” não passava de uma peça de marketing político para motivar a militância petista no processo de impeachment contra Dilma, isso é fato.

Todavia, alguns petistas, como por exemplo, o senador Lindbergh Faria e a senadora Gleisi Hoffmann, ainda insistem com o bizarro discurso para tentar manter ativa a pequena militância que sobrou do PT. Como é sabido, os eleitores não deram crédito ao tal discurso do Golpe e quase varreram totalmente o PT do cenário político nas últimas eleições municipais.

A meu ver, a insistência do discurso do Golpe só prova cada vez mais o quanto alguns políticos petistas são cínicos e a militância, totalmente alienada. Pois já está provado que o povo não caiu nessa lábia, enquanto que a militância ainda continua levando a sério essa retórica patética. Surreal, não?

O forte apoio do PT ao candidato à presidência do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), por exemplo, comprovou que o fajuto discurso do Golpe para muitos políticos petistas já são águas passadas (veja AQUI).

E Lula acabou de enterrá-lo de vez na visita de condolências que recebeu do presidente Michel Temer (PMDB), pela morte de sua esposa, D. Marisa Letícia.

De acordo com matéria de O Globo, durante a visita, o ex-presidente disse a Temer que lhe telefonasse quando quisesse. Lula quer ajudá-lo a governar o Brasil dando-lhe conselhos (veja AQUI).

Penso que depois dessa, não precisa falar mais nada, não é mesmo? Só mesmo um sem noção para continuar acreditando no patético, fajuto e enterrado discurso de Golpe contra Dilma.

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