SAIBA POR QUE ALCKMIN ESTÁ PERDENDO PARA DORIA NA AUDIÊNCIA DOS VÍDEOS

Geraldo Alckmin e João Doria – Foto: Divulgação

O blog Maquiavel, do site da revista Veja, informa que, após o fenômeno do prefeito João Doria no Facebook – que publica vídeos relatando a sua rotina na Prefeitura de São Paulo -, o governador do estado, Geraldo Alckmin (PSDB), decidiu seguir o exemplo de seu afiliado político.

No entanto, o blog chama a atenção para o fato de que Alckmin não tem conseguido acompanhar Doria nem na audiência nem no desempenho em frente às câmeras. Enquanto o prefeito registrou uma média de 1,4 milhão de visualizações por vídeo em janeiro, conforme levantamento de VEJA, o vídeo de melhor resultado do governador – o anúncio de uma parceria para instalar wi-fi nas estações de Metrô – marcava 164 mil até ontem (20/02). Ou seja, pouco mais de 10% da média de audiência do seu afiliado.

Mas é óbvio que Alckmin não ia conseguir em tão pouco tempo encostar na audiência do Doria. A questão é que, além da intimidade com as câmeras, Doria ainda é uma grande novidade na política. Por isso, a audiência de seus vídeos é maior. A curiosidade em torno de sua pessoa política continua enorme. Todos estão de olho no fenômeno Doria!

Já o governador Geraldo Alckmin, está na política há muito tempo. E também não é novidade para ninguém que ele nunca foi lá uma figura muito carismática. Tanto é que já até o apelidaram de “picolé de xuxu”. No entanto, é um homem que transmite seriedade e competência.

Penso que seus conteúdos podem, sim, ser mais leves e até descontraídos, mas nada exagerado para não parecer uma coisa forçada.

Quanto ao Doria, ele é um homem midiático. Foi apresentador de TV por muitos anos, é natural que tenha desenvoltura diante das câmeras. Portanto, nada a ver querer comparar Alckmin com ele, neste quesito.

Clique AQUI para curtir a Fanpage do Blog do Vagner Rosa.

80% DOS BRASILEIROS ACHAM QUE OS GOVERNOS DEVERIAM USAR MAIS AS MÍDIAS SOCIAIS

De acordo com a pesquisa CNT/MDA divulgada na última quarta-feira (15/02), 80,6% dos brasileiros acham que os governos deveriam usar mais as redes sociais para interagir com a população e 80,2% consideram que os governos deveriam usar mais a internet para auxiliar a população no acesso a serviços.

Penso que essa pesquisa é uma ótima referência para os governos (municipal, estadual e federal) avaliarem a forma como estão se comunicando com a população. Vale destacar que os tempos mudaram e o povo agora quer mais informação e qualidade nos serviços.

O governante que não promover nestes novos tempos uma comunicação eficaz com a população estará fadado ao fracasso. Com a popularização da internet, o surgimento das redes sociais e o barateamento dos smartphones, é fato que o povo está se tornando cada vez mais exigente em relação à política e aos políticos.

Confira abaixo alguns dados da pesquisa sobre o acesso da população à internet e às redes sociais:

73,9% dos entrevistados utilizam computador, notebook, tablet ou smartphone. Entre eles, a maioria (92,0%) usa celulares/smartphones.

70,8% disseram usar a Internet. Entre eles, 78,8% acessam diariamente e 17,2% somente alguns dias da semana. Em relação à finalidade do uso, 64,9% acessam as redes sociais e 51,2% buscam notícias.

Entre os tipos de equipamentos utilizados para o acesso à internet, os entrevistados citaram: celulares (85,6%), computadores/desktop (28,9%), notebooks (21,3%) e tablets (5,9%). 76,6% costumam acessar a internet em casa e 27,4% no trabalho.

Entre as redes que mais utilizam para acessar a Internet, foram citadas: rede fixa (assinatura via internet fixa / WiFi) 69,7% / rede móvel (via pacote de dados) 52,5% / redes públicas (restaurantes, lojas, etc.) 6,4%

49,5% não prestam atenção nas propagandas veiculadas na Internet. Já 29,2% prestam atenção, embora considerem que não sejam melhores que as da TV, rádio, revistas e jornais. E 19,7% disseram prestar atenção e consideram as propagandas melhores.

Sobre as redes sociais que utilizam, os entrevistados citaram: Whatsapp (87,1%), Facebook (78,3%), YouTube (33,7%), Twitter (11,6%), Instagram (2,6%).

80,2% acreditam apenas algumas vezes nas informações que leem ou veem na Internet, e 78,5% acreditam algumas vezes no que leem e veem nas redes sociais.

O Google é citado por 56,5% dos entrevistados como o meio em que mais confiam nas informações. Em seguida, aparecem Whatsapp (17,2%) e Facebook (12,4%). Quando querem conferir alguma informação, 50,5% utilizam a Internet e 41,3% conversam com as pessoas.

Em relação a crianças usarem Internet e redes sociais, 50,1% são contra e 25,3% são a favor, enquanto que 21,1% se consideram indiferentes. A maioria (58,0%) acha que a Internet tem má influência na formação de crianças e 17,6% avaliam que não interfere. Entre os entrevistados com filhos ou dependentes, 37,8% sempre monitoram as ações deles.

Em relação à opinião sobre o uso da Internet nos estudos/trabalho/formação pessoal/profissional, 65,9% afirmam que ajuda, mas é preciso saber usar.

A pesquisa CNT/MDA foi realizada de 8 a 11 de fevereiro de 2017. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 138 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. Confira AQUI o levantamento na íntegra.

Clique AQUI para curtir a Fanpage do Blog do Vagner Rosa.

TWITTER VAI TENTAR COIBIR O ÓDIO NA REDE SOCIAL

Que o ódio sempre esteve presente na humanidade, isso não é novidade para ninguém. Entretanto, é fato que as redes sociais escancararam os sentimentos mais primitivos da mente humana através do anonimato que elas propiciam aos internautas que gostam de agredir e discriminar outros, ou seja, de disseminar o ódio.

De acordo com O Globo, o Twitter vai adotar novas medidas para conter as mensagens de ódio na rede social.

A principal delas é que a equipe de segurança da companhia vai tentar identificar as pessoas que foram suspensas permanentemente da rede, mas que cismam em retornar com novas contas. Segundo o Twitter, o objetivo é tornar mais eficaz o banimento de uma das mais “prevalentes e danosas formas de comportamento”, de contas que são criadas especificamente para o assédio a uma determinada pessoa.

Além disso, a companhia promete trabalhar numa “busca segura”, que remove as publicações que possuam conteúdo potencialmente sensível dos resultados de buscas. Os tweets de contas bloqueadas e suspensas temporariamente também serão excluídos.

A empresa também trabalha em métodos para identificar respostas potencialmente abusivas e de “baixa qualidade”, que ficarão em segundo plano em relação ao conteúdo mais relevante.

Parabéns ao Twitter por essas medidas! As outras redes sociais também deveriam promover iniciativas parecidas.

Clique AQUI para curtir a Fanpage do Blog do Vagner Rosa.